Não ficou muito bacana?

E ele chega a Juiz de Fora! Ganhei presentinhos mil da Maria Clara, obrigada!

O pessoal daqui de casa adorou o projeto, a surpresa, as artes…

Mas o moleque, esse gostou mesmo de uma moleca que mora aqui em casa. Tem pegada esse rapaz!

Juliana Samel, Juiz de Fora, 09 de setembro de 2008.

Pessoal, a Ieda sugeriu e eu acatei: seguem abaixo os links para o poema original de Edgar Allan Poe “The Raven” (1845) e para a tradução de Machado de Assis. Deliciem-se com esta maravilhosa obra de arte da linguagem produzida por Poe e com a magistral releitura machadiana,  alvo constante de críticas desde sua publicação em 1883. Enjoy!!

http://www.potw.org/archive/potw60.html (Poe)

http://www.casadobruxo.com.br/poesia/e/edgar05.htm (Machado)

Um grande abraço, Gisele Silva.

Nosso moleke chegou ontem a Belo Horizonte e está adorando o ar das montanhas. Também, vejam só que lindo dia amanheceu hoje!

Ele veio trazendo muitos presentinhos lá de Goiânia: trouxe postais, um guia turístico completíssimo, inclusive com receitas tipicamente goianas (depois vou experimentar algumas e conto pra vocês como foi) e trouxe até música! Adorei, Gisele, obrigadíssima, viu?

Bom, agora vamos ao que interessa, a arte da Gisele. Ela fez uma homenagem ao centenário da morte de Machado de Assis, tradutor subestimado, como ela apontou. Ei-la:

Muito legal MESMO! Coisa que todo tradutor encara todos os dias, não é? Parabéns, Gisele!

Bom, agora é hora de preparar minha própria arte, pois o molekinho está louco para conhecer a Juliana, em Juiz de Fora.

Um abraço!

Maria Clara Valinhas Penido – Belo Horizonte, MG

O molekinho desembarcou em terras goianas há dois dias e já está impressionado com o calor reinante…

  Acho que ele nunca esteve tão longe do mar…

Ele veio acompanhado de alguns presentinhos super legais enviados pela Min, os quais revelam toda a beleza do Rio de Janeiro: um guia completo, postais maravilhosos (mais alguns para minha coleção!!), selos do Jardim Botânico, além de um escapulário e uma bolsinha do Corcovado (feitos pelo designer Gilson Martins):

Foi muito legal abrir o molekinho e ver de perto as artes postadas aqui no blog nas últimas semanas. Para contribuir ainda mais para a pluralidade de idéias e modos de expressão carinhosamente esboçados no caderninho, a Min fez uma arte bastante original que retrata a árdua e prazerosa “‘domesticidade” do ofício do tradutor: 

Ficou uma gracinha, Min!!

Agora preciso finalizar minha arte e colocar o molekinho na estrada para Belo Horizonte. Abraços a todos!!

Gente! Molekim tá namorando, tá namorando!

 

Pronto. Foi onde nos reunimos para a passagem do molekinho. Os detalhes vocês já têm na comunidade.

Fui a primeira a ver a arte do Daniel e fiquei impressionada com a linda história que ele nos conta nas duas páginas. Além de ótimo tradutor, Daniel se revela um escritor de mão cheia. O texto reflete muito bem toda a delicadeza do Daniel como pessoa e o domínio que ele tem da nossa língua, da expressão escrita, da literatura. Orgulho de você, viu, professor?

Se vocês repararem bem, ele reproduziu o layout das página de um livro real, inclusive mantendo a numeração das páginas. Ficou uma graça!

Navegar é preciso … e o molekinho também gosta!

 

… em casa de marujos …

 

O layout da arte do Daniel

 

a história do Daniel (clique para ampliar)

 

 

Agora vou passar a minha ‘arte’ do rascunho para o molekinho.

Fiquem tranquilos, pois o rapazinho está bem guardado aqui. darei mais notícias em breve.

 

Beijão, pessoal!

Depois de uma longa espera, o molekinho aterrissou lá em casa. Os porteiros já não agüentavam mais eu perguntar se o correio já tinha voltado da greve e depois, se o correio tinha deixado algum pacote para mim. Nas últimas duas semanas antes do pacote chegar, quando me viam chegar, apenas faziam que não com a cabeça…

Mas, a Ernesta caprichou, começando pelo envelope em homenagem ao centenário da imigração japonesa. Também não deixou os selos por menos. Como eram para o Rio, escolheu  dois selos do Jardim Botânico daqui, comemorando o bicentenário da chegada da Família Real. Que também não deixou de ser uma imigração e exigiu um bocado de tradução também. Completou os selos com um duplo, acho que para o ano do Brasil na França, ou da França no Brasil.

A chegada por si só do envelopão lá em casa já foi um acontecimento. Inclusive acompanhada ansiosamente pela Ernesta via Skype. Uma das coisas mais legais até agora foi exatamente a gente ter ficado mais amigo. Essa comunidade é extraordinária mesmo! Mas, enfim, lá estava o envelope e todo mundo querendo botar a mão para adivinhar o que que era. Eu fiz o maior suspense:

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Mas, enfim, abrimos o pacote e, ó supresa, mais pacote lá dentro e, pelo jeito, não era só o molekinho não. E tome suspense. Bem, peguei uma faca e tome rasgar durex para finalmente extrair lá de dentro um monte de coisa:

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Um barato. Além de postais lá de Floripa, ainda ganhei o Dicionário da ilha. Bom, e finalmente, após um suspense de mais de mês, agravado por scanners e pendrives endemoniados e uma semana atolada de trabalho, eis aqui a improvável arte da Ernesta, algo nunca dantes visto nas línguas ocidentais. Uma tradução de um “dialeto” brasileiro para um genuíno dialeto italiano sabe Deus de onde.

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Bom, minha arte também já está pronta, fugindo um pouco do espírito do que a Ieda, Pablo e Ernesta fizeram, mas, a idéia é variar, né? Mas, foi feita pensando muito em vocês, em nós todos. O molekinho vai ser entregue em mãos na quinta-feira, diante de uma animada platéia, espero. E aí, será a vez da madame Min fazer o feitiço dela.

Depois da temporada em Florianópolis, dos percalços da greve do correio, o moleque está “on the road again”.

Na verdade, eu tinha arranjado um lugarzinho especial para ele – ficou um tempão acomodado, entre o Houaiss e o Ronai, esperando pacientemente a greve do correio acabar.

O pessoal aqui de casa estava adorando a estadia forçada, tanto é que a nossa pequena não queria deixar ele viajar, mas acabou cedendo.

Já se encontra a caminho da cidade maravilhosa… para os braços do Daniel!

Sei que estão todos ansiosos para ver a arte do Pablo. Até pensei em fotografar o molequinho andando pela casa, ainda fechadinho, mas achei que ia ser tortura demais.

Aqui está, então. Quase comi a página do caderninho.

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