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O molekinho chegou aqui em casa depois de ter chegado do Chile ao Brasil pelas mãos da Sibele, a nossa princesa Jedi. Ficou pouco tempo por lá, pois a Sibele já sabia muito bem que arte fazer e o trouxe para o nosso orkontro no Viena, no dia 13/12/2009.
Já estava todo mundo lá quando a Sibele chegou e a primeira pergunta que fiz para a coitada não foi: “Tudo bem?”, mas “Trouxe o molekinho”?
Aí embaixo tá a passagem oficial do moleke para as minhas ávidas mãos:

Aqui eu já estava quase enforcando a Sibele, de tanto que eu (e todo mundo) queria folhear o molekinho pra ver a arte da Sibele e a dos outros “tradurtistas”.

O Molekinho trouxe com eles uns presentes lá do Chile. A Sibele parece que me conhece, trouxe um livro de poesia do Garcia Lorca (que eu adoro)em edição bilíngue, espanhol e mapudungun. Tão achando que eu bebi, né? Vão pesquisar no Tio Gugo e descobrirão que língua é essa. Como disse a Sibele, tradutor não conhece todas as línguas, mas se interessa por todas.
Além disso, a Sibele trouxe também um livrinho de postais da Antártica Chilena, lugar que, como (ex) bióloga, eu sempre sonhei em conhecer.
Olhem aí os presentes e quem o molekinho andou encontrando por aqui.

O Molekinho com os seus amiguinhos: o Tico (e o Teco foi passear, já entenderam o drama, né?), um pinguinzinho e uma coelhinha presente do outro molequinho aqui de casa, a caneca cheia de gatos que a Thays me deu e uma bolinha de amassar para as horas de tensão.

Bom, vocês já devem estar loucos pra ver a arte da Sibele Così Bella, né?
Bom, eu digitalizei três vezes o molekinho, mas tem uma parte que não sai bem de jeito nenhum, devido às curvas que o nosso molekinho está adquirindo, resultado das “artes” de todos.


Bom, “è tutto per ora”.
Se ficar muito difícil de ver a adorável obra da Sibele, eu tiro uma foto pra ver se a visualização melhora.
Ah, o Molekinho vai passar o Natal e o Ano Novo aqui em casa, tá?
A Sibele e eu achamos melhor mantê-lo longe dos Correios nessa época do ano, é mais seguro.
Um beijo,
Risole Roselix.

A chegada do Moleke no Chile foi um presente: fiquei me sentindo como criança no Dia de Natal!
Abri o envelope e lá estava o esperado caderninho, num pacote cheio de cartões postais coloridos e alegres, amarrado com fitinhas do Senhor do Bonfim (pra dar sorte no Ano Novo!). Além disso, uma cartinha muito carinhosa da Érika, essa cria encantadora de Rio de Janeiro e Belém, com passagem por Salvador ;-)

O Moleke e meus coloridos presentes no cafofo tradutório, com a 50302 ao fundo.

O Moleke e meus coloridos presentes no cafofo tradutório, com a 50302 ao fundo.

A arte da Érika: ORAÇÃO DO TRADUTOR, numa página colorida como a personalidade dela.

Para facilitar a leitura para os nossos zóios cansados, reescrevo aqui a Oração:

Wordfast nosso que estás no céu
Santificado seja o vosso glossário,
Venha a nós o vossos termo,
Seja feita a nossa revisão
No segmento e no arquivo limpo.
O cliente nosso de cada dia
nos dai hoje,
Perdoai as nossas ofensas ortográficas,
Assim como nós perdoamos os textos mal escritos.
Não nos deixei cair em tentação
de usar o tradutor automático
E livrai-nos de todo trabalho in engrish.
AMÉM!

A Dina quis a fitinha vermelha; disse que a Érika é gatófila e que só podia ter mandado a fita vermelha para ela (então, tá…). Dininha fico ’se achando’ com laço de fita do Senhor do Bonfim!

Já li e reli, over and over again, todas as páginas do Molekinho… É incrível a sensação de conhecer ‘pessoalmente’ cada artista! Adorei todas as obras, tão diferentes umas das outras e, ao mesmo tempo, tão semelhantes em termos de cuidado, carinho e dedicação. Agora ele viajará comigo para o Brasil, vai cruzar novamente a Cordilheira dos Andes e passar a outras mãos ansiosas. Confesso que gostaria de ficar com ele só pra mim, mas fazer o quê? O Moleke tem de seguir viagem, afinal, ele é feito de criatividade, apuro e arte… ou seja, não pode e não deve ser limitado nem pelo espaço nem pelo tempo.

Sibele Menegazzi
Santiago – Chile

Queridos,

Depois de uma chuva rápida, o molequinho está de volta ao circuito. É verdade que ele está em minhas mãos tem um certo tempo, mas alguns percalços me impediram de postar de imediato. Sendo assim, mostro a arte de minha amiga Cláudia Mello.
Infelizmente não tenho fotos do envelope e selos e afins, já que o caderninho me foi entregue em mãos, em um evento no Manoel&Juaquim. Aliás, até minha mãe esteve presente.

Quanto à minha arte, ela já está pronta. Só falta executar :D . Mas isso é questão de tempo (pouco, prometo).

E algumas fotinhos do momento da troca de mãos (que deveria ter sido feito pelas mãos da Cláudia, mas acabou saindo com a Thays e o Marcelo mesmo).

Pobre Molekinho. Chegou, vindo direto das terras frias germânicas e aterrissou nas chuvosas Ilhas Britânicas. Aterrissou e ficou. Dias de sol, chuva, frio e neve. Até neve em Chavtwon, uma raridade em novembro.

Foram semanas longas, de muito serviço e ele ali, esquecido. Em cima da minha mesa de trabalho que, em dias normais, é um buraco negro. Teclado, scanner, alto-falantes, plataforma com impressora, 2 monitores e o fax, que uso 2 vezes por ano, se tanto. E mais a tralha normal, as caixas com bits und bobs, o Mac em seu pedestal e sempre coberto pela pasta acolchoada, a cama preferida de Messrs. George and Winston.

O pobre do Moleke ficou ali, sob os olhares suspeitos de Winston, que sempre lhe dava uma cheiradinha.

Moleke e Lord Winston

Moleke e Lord Winston

Achei o tão almejado tempinho para fotografar as belezinhas que a Renate me mandou. Ajeitei tudo ao redor do George, que ocupava glorioso seu trono Macintóshico. Ele ali, me olhando suspeito, e eu arrumando tudo ao seu redor. Tão logo liguei a câmera, ele pulou.

Back to the drawing board. Hora da troca do turno. Chega Winston, passa pelo espaldar da cadeira e pula na mesa. Eu já havia ligado o Mac, pois decidira colocar os objetos sobre o computador e usá-lo como pano de fundo. Purr….fect. Winston se aboletou atrás da tampa aberta do Mac e consegui fotografar tudo.

Segunda etapa do projeto: scanear a arte arteira da Renate. A casa autolimpante é minha idéia, mas eu quero quase todos os outros presentes que ela pediu pro Papai Noel. Exceto alguns. Gato já tenho, na falta de um, dois. E troco os 150 saquinhos de chá por um suprimento de cápsulas de Nespresso, trazidas pelo George Clooney, que é o garoto-propaganda do café, e claro, servidas sempre por ele.

A arte da arteira Renate

A arte da arteira Renate

Agora é pensar no que vou aprontar. Me aguardem!

O que será que vou conseguir fazer? Pedidos para o Papai Noel não vale, a menos que eu peça mais paciência, pois a minha anda se esgotando, em vista dos últimos acontecimentos do mundo real bem como do virtual, acho que mais deste mesmo. Como comentei no post do Moleke, eu fiquei muito, mais muito chateada com a censura ao nosso bom humor e convivência harmoniosa que alguns tentaram nos impingir. Não foi só uma pessoa, foram várias. E isto machuca muito, pois nossa vida é solitária e a harmonia que tínhamos na comunidade era uma válvula de escape para reclamar de tradutor cenossão e cenossinha que traduz um estudo clínico sem se dar ao trabalho de procurar o nome do fármaco, cliente cenossão que vem reclamar que eu esqueci de tirar uma sigla, gente que vem vender coisa, marrrida que clica no primeiro link que vê e joga um spyware no computador…. Então, a harmonia e bom humor da nossa comunidade ajudam a superar tudo isso.

Felizmente, nosso bom humor é muito maior que a pequenez dos inquisidores e censores e já estamos voltando a ser como éramos antes. O espírito de ajuda já voltou a perpassar a comunidade.

Nós somos maiores que eles.

Ana Iaria, in Crawley, UK

Pessoal!

molekchen chegou no nosso apê carregadinho de lembranças mandadas pela Bete! Trouxe uma caneta vermelha com o logo de Stuttgart, um mapa de Stuttgart no qual está assinalada a rua onde mora a Bete, um postal do Rio Antigo e um móbile de cisnes.

As artes de todos foram admiradas por aqui (Pedrao, meu ex-gordo e seus filhos). A arte da Bete ficou muito legal. Tropical e submarina! (Calma, calma, depois eu posto aqui!)

Como o tempo nao anda muito bom por aqui e eu estou atolada em serviço e prazos, dei uma folga pro garoto. Minha arte está montada. Faltam pequenos detalhes, somente.

Enquanto isso, no cafôfo tradutório…

Molekchen no cafôfo tradutório

Molekchen no cafôfo tradutório

Saponildo nao resistiu. Pegou o Moleke, abriu na página da arte da Bete, sentou no sofá e ficou apreciando. Ficou suspirando, suspirando… Acho que na próxima viagem ao Brasil vou ter que levá-lo na mala!
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E agora, apresento a arte da Bete! Nao dá vontade de mergulhar?
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Cafezinho e a arte da Maria se apresentando.

Cafezinho e a arte da Maria se apresentando.

Depois de muita expectativa, nosso amigo Moleskine chegou na terra da cerveja. Cansado da viagem, foi logo se instalando e pedindo um cafezinho acompanhado de chocolate do Brasil, pra matar as saudades.

O Moleke chegou cheio de surpresas, trazendo uma lembrança carinhosa da Bianca e da Carol ( foi pro mural, meninas!) e lindos presentes da Maria – um calendário com fotos de Paris e uma caneta, tem coisa melhor pra uma tradutora?

O Moleke e suas surpresas

O Moleke e suas surpresas

Por coincidência, no dia de sua chegada houve o primeiro encontro de um círculo brasileiro de leitura criado em Stuttgart. Como eu tinha sido convidada, levei nosso amigo pra passear. Chegando , cada um tinha escolhido um de seus textos preferidos – poesia, contos, trechos de romancespara ler. Eu resolvi ler o belo texto do Daniel Estill, que foi um sucesso! Nosso Moleskine se esbaldou entre livros, vinho e salgadinhos, e até deu uns passinhos ao som de uma salsa tocada por um excelente grupo de saxofonistas alemães (a Maria e a Bianca teriam adorado!).

Molekinho em boa companhia.

Molekinho em boa companhia.

Agora o Moleskine está no blog do Hora de Poesia também, pra quem quiser ver.

http://horadepoesia-stuttgart.blogspot.com/

Mas não foi o Daniel que fez sucesso. Todos ficaram impressionados com os dotes artísticos e a criatividade da turma da 50302, a começar pela criação dançante da Maria. Vejam :

A dança da tradução.

A dança da tradução.

A dança vista de cima.

A dança vista de cima.

A expicação da Maria, tão artistica quanto a sua dança.

A expicação da Maria, tão artística quanto a sua dança.

No dia seguinte, levei o Moleskine pra passear no consulado, onde ele foi recebido com todas honras.

Em território brasileiro.

Em território brasileiro.

Agora é por mãos à obra pro Moleskine ganhar a estrada pra Berlim e visitar a Renate!

Bete, de Stuttgart, finalzinho de outubro de 2008.

 

Até que enfim o Grande Livro dos Smurfs ganha uma versão ilustrada (pelo menos o Capítulo 3689, que traz uma das lições mais importantes)!

E não é que a Bianca leva jeito para a coisa?

O traço é firme, as formas são proporcionais e as imagens dizem tudo em pouco espaço, mas com muito humor.

Bianca, fiquei impressionada. Até quando você ia continar escondendo esse grande talento?

Parabéns!

 

Maria, de Paris

Outubro de 2008

O Moleskine chegou à Europa trazendo o outono: uma folha seca de maple e belíssimas imagens do Canadá, enviadas pela Bianca e pela Carol e materializadas em um guia completo de Toronto e vários cartões postais. Todos foram dignamente recebidos pela minha “floresta”. Obrigadíssima, meninas!

O séquito do Moleskine.

O séquito do Moleskine.

O outono canadense de braços dados com o jasmim e o pé de figo que eu cultivo em pleno centro de Paris.

O outono canadense de braços dados com o jasmim e o pé de figo que eu cultivo em pleno centro de Parrí.

 

 

 

 

 

 

 

 

É a primeira vez que o Moleskine cruza o Atlântico. E como é curioso…

 

foie gras, champignons de Paris, herbes de Provence, uvas (é a alta estação!), vinho e champagne.

A página do Pablo quis logo conhecer a gastronomia local: foie gras, champignons de Paris, herbes de Provence, uvas (é a alta estação!), vinho e champagne.

Depois foi a hora da coletiva de imprensa para um público internacional. Para quem não sabe, os Smurfs na França se chamam Schtroumpfs...

Depois foi a hora da coletiva de imprensa para um público internacional. Para quem não sabe, os Smurfs na França se chamam Schtroumpfs...

 

 

Qualquer semelhança com a arte da Maria Inês é mera coincidência!

Qualquer semelhança com a arte da Maria Inês é mera coincidência!

A página do Daniel fez questão de cumprimentar o quadro que ele me enviou no amigo secreto do ano passado.

A página do Daniel fez questão de cumprimentar o quadro que ele me enviou no amigo secreto.

 

Depois de tanto passear, o Moleskine tem que mostrar a arte da Bianca. Mas como um pouco de suspense não faz mal a ninguém…

Vale a pena esperar!

Para quem quiser tentar adivinhar, tem uma pista neste post…

À demain, gente!

 

Maria, de Paris

Outubro de 2008

Não ficou muito bacana?

Nosso moleke chegou ontem a Belo Horizonte e está adorando o ar das montanhas. Também, vejam só que lindo dia amanheceu hoje!

Ele veio trazendo muitos presentinhos lá de Goiânia: trouxe postais, um guia turístico completíssimo, inclusive com receitas tipicamente goianas (depois vou experimentar algumas e conto pra vocês como foi) e trouxe até música! Adorei, Gisele, obrigadíssima, viu?

Bom, agora vamos ao que interessa, a arte da Gisele. Ela fez uma homenagem ao centenário da morte de Machado de Assis, tradutor subestimado, como ela apontou. Ei-la:

Muito legal MESMO! Coisa que todo tradutor encara todos os dias, não é? Parabéns, Gisele!

Bom, agora é hora de preparar minha própria arte, pois o molekinho está louco para conhecer a Juliana, em Juiz de Fora.

Um abraço!

Maria Clara Valinhas Penido – Belo Horizonte, MG

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