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Queridos,

Depois de uma chuva rápida, o molequinho está de volta ao circuito. É verdade que ele está em minhas mãos tem um certo tempo, mas alguns percalços me impediram de postar de imediato. Sendo assim, mostro a arte de minha amiga Cláudia Mello.
Infelizmente não tenho fotos do envelope e selos e afins, já que o caderninho me foi entregue em mãos, em um evento no Manoel&Juaquim. Aliás, até minha mãe esteve presente.

Quanto à minha arte, ela já está pronta. Só falta executar :D . Mas isso é questão de tempo (pouco, prometo).

E algumas fotinhos do momento da troca de mãos (que deveria ter sido feito pelas mãos da Cláudia, mas acabou saindo com a Thays e o Marcelo mesmo).

Pobre Molekinho. Chegou, vindo direto das terras frias germânicas e aterrissou nas chuvosas Ilhas Britânicas. Aterrissou e ficou. Dias de sol, chuva, frio e neve. Até neve em Chavtwon, uma raridade em novembro.

Foram semanas longas, de muito serviço e ele ali, esquecido. Em cima da minha mesa de trabalho que, em dias normais, é um buraco negro. Teclado, scanner, alto-falantes, plataforma com impressora, 2 monitores e o fax, que uso 2 vezes por ano, se tanto. E mais a tralha normal, as caixas com bits und bobs, o Mac em seu pedestal e sempre coberto pela pasta acolchoada, a cama preferida de Messrs. George and Winston.

O pobre do Moleke ficou ali, sob os olhares suspeitos de Winston, que sempre lhe dava uma cheiradinha.

Moleke e Lord Winston

Moleke e Lord Winston

Achei o tão almejado tempinho para fotografar as belezinhas que a Renate me mandou. Ajeitei tudo ao redor do George, que ocupava glorioso seu trono Macintóshico. Ele ali, me olhando suspeito, e eu arrumando tudo ao seu redor. Tão logo liguei a câmera, ele pulou.

Back to the drawing board. Hora da troca do turno. Chega Winston, passa pelo espaldar da cadeira e pula na mesa. Eu já havia ligado o Mac, pois decidira colocar os objetos sobre o computador e usá-lo como pano de fundo. Purr….fect. Winston se aboletou atrás da tampa aberta do Mac e consegui fotografar tudo.

Segunda etapa do projeto: scanear a arte arteira da Renate. A casa autolimpante é minha idéia, mas eu quero quase todos os outros presentes que ela pediu pro Papai Noel. Exceto alguns. Gato já tenho, na falta de um, dois. E troco os 150 saquinhos de chá por um suprimento de cápsulas de Nespresso, trazidas pelo George Clooney, que é o garoto-propaganda do café, e claro, servidas sempre por ele.

A arte da arteira Renate

A arte da arteira Renate

Agora é pensar no que vou aprontar. Me aguardem!

O que será que vou conseguir fazer? Pedidos para o Papai Noel não vale, a menos que eu peça mais paciência, pois a minha anda se esgotando, em vista dos últimos acontecimentos do mundo real bem como do virtual, acho que mais deste mesmo. Como comentei no post do Moleke, eu fiquei muito, mais muito chateada com a censura ao nosso bom humor e convivência harmoniosa que alguns tentaram nos impingir. Não foi só uma pessoa, foram várias. E isto machuca muito, pois nossa vida é solitária e a harmonia que tínhamos na comunidade era uma válvula de escape para reclamar de tradutor cenossão e cenossinha que traduz um estudo clínico sem se dar ao trabalho de procurar o nome do fármaco, cliente cenossão que vem reclamar que eu esqueci de tirar uma sigla, gente que vem vender coisa, marrrida que clica no primeiro link que vê e joga um spyware no computador…. Então, a harmonia e bom humor da nossa comunidade ajudam a superar tudo isso.

Felizmente, nosso bom humor é muito maior que a pequenez dos inquisidores e censores e já estamos voltando a ser como éramos antes. O espírito de ajuda já voltou a perpassar a comunidade.

Nós somos maiores que eles.

Ana Iaria, in Crawley, UK

Pessoal!

molekchen chegou no nosso apê carregadinho de lembranças mandadas pela Bete! Trouxe uma caneta vermelha com o logo de Stuttgart, um mapa de Stuttgart no qual está assinalada a rua onde mora a Bete, um postal do Rio Antigo e um móbile de cisnes.

As artes de todos foram admiradas por aqui (Pedrao, meu ex-gordo e seus filhos). A arte da Bete ficou muito legal. Tropical e submarina! (Calma, calma, depois eu posto aqui!)

Como o tempo nao anda muito bom por aqui e eu estou atolada em serviço e prazos, dei uma folga pro garoto. Minha arte está montada. Faltam pequenos detalhes, somente.

Enquanto isso, no cafôfo tradutório…

Molekchen no cafôfo tradutório

Molekchen no cafôfo tradutório

Saponildo nao resistiu. Pegou o Moleke, abriu na página da arte da Bete, sentou no sofá e ficou apreciando. Ficou suspirando, suspirando… Acho que na próxima viagem ao Brasil vou ter que levá-lo na mala!
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E agora, apresento a arte da Bete! Nao dá vontade de mergulhar?
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Cafezinho e a arte da Maria se apresentando.

Cafezinho e a arte da Maria se apresentando.

Depois de muita expectativa, nosso amigo Moleskine chegou na terra da cerveja. Cansado da viagem, foi logo se instalando e pedindo um cafezinho acompanhado de chocolate do Brasil, pra matar as saudades.

O Moleke chegou cheio de surpresas, trazendo uma lembrança carinhosa da Bianca e da Carol ( foi pro mural, meninas!) e lindos presentes da Maria – um calendário com fotos de Paris e uma caneta, tem coisa melhor pra uma tradutora?

O Moleke e suas surpresas

O Moleke e suas surpresas

Por coincidência, no dia de sua chegada houve o primeiro encontro de um círculo brasileiro de leitura criado em Stuttgart. Como eu tinha sido convidada, levei nosso amigo pra passear. Chegando , cada um tinha escolhido um de seus textos preferidos – poesia, contos, trechos de romancespara ler. Eu resolvi ler o belo texto do Daniel Estill, que foi um sucesso! Nosso Moleskine se esbaldou entre livros, vinho e salgadinhos, e até deu uns passinhos ao som de uma salsa tocada por um excelente grupo de saxofonistas alemães (a Maria e a Bianca teriam adorado!).

Molekinho em boa companhia.

Molekinho em boa companhia.

Agora o Moleskine está no blog do Hora de Poesia também, pra quem quiser ver.

http://horadepoesia-stuttgart.blogspot.com/

Mas não foi o Daniel que fez sucesso. Todos ficaram impressionados com os dotes artísticos e a criatividade da turma da 50302, a começar pela criação dançante da Maria. Vejam :

A dança da tradução.

A dança da tradução.

A dança vista de cima.

A dança vista de cima.

A expicação da Maria, tão artistica quanto a sua dança.

A expicação da Maria, tão artística quanto a sua dança.

No dia seguinte, levei o Moleskine pra passear no consulado, onde ele foi recebido com todas honras.

Em território brasileiro.

Em território brasileiro.

Agora é por mãos à obra pro Moleskine ganhar a estrada pra Berlim e visitar a Renate!

Bete, de Stuttgart, finalzinho de outubro de 2008.

 

Até que enfim o Grande Livro dos Smurfs ganha uma versão ilustrada (pelo menos o Capítulo 3689, que traz uma das lições mais importantes)!

E não é que a Bianca leva jeito para a coisa?

O traço é firme, as formas são proporcionais e as imagens dizem tudo em pouco espaço, mas com muito humor.

Bianca, fiquei impressionada. Até quando você ia continar escondendo esse grande talento?

Parabéns!

 

Maria, de Paris

Outubro de 2008

O Moleskine chegou à Europa trazendo o outono: uma folha seca de maple e belíssimas imagens do Canadá, enviadas pela Bianca e pela Carol e materializadas em um guia completo de Toronto e vários cartões postais. Todos foram dignamente recebidos pela minha “floresta”. Obrigadíssima, meninas!

O séquito do Moleskine.

O séquito do Moleskine.

O outono canadense de braços dados com o jasmim e o pé de figo que eu cultivo em pleno centro de Paris.

O outono canadense de braços dados com o jasmim e o pé de figo que eu cultivo em pleno centro de Parrí.

 

 

 

 

 

 

 

 

É a primeira vez que o Moleskine cruza o Atlântico. E como é curioso…

 

foie gras, champignons de Paris, herbes de Provence, uvas (é a alta estação!), vinho e champagne.

A página do Pablo quis logo conhecer a gastronomia local: foie gras, champignons de Paris, herbes de Provence, uvas (é a alta estação!), vinho e champagne.

Depois foi a hora da coletiva de imprensa para um público internacional. Para quem não sabe, os Smurfs na França se chamam Schtroumpfs...

Depois foi a hora da coletiva de imprensa para um público internacional. Para quem não sabe, os Smurfs na França se chamam Schtroumpfs...

 

 

Qualquer semelhança com a arte da Maria Inês é mera coincidência!

Qualquer semelhança com a arte da Maria Inês é mera coincidência!

A página do Daniel fez questão de cumprimentar o quadro que ele me enviou no amigo secreto do ano passado.

A página do Daniel fez questão de cumprimentar o quadro que ele me enviou no amigo secreto.

 

Depois de tanto passear, o Moleskine tem que mostrar a arte da Bianca. Mas como um pouco de suspense não faz mal a ninguém…

Vale a pena esperar!

Para quem quiser tentar adivinhar, tem uma pista neste post…

À demain, gente!

 

Maria, de Paris

Outubro de 2008

Não ficou muito bacana?

Nosso moleke chegou ontem a Belo Horizonte e está adorando o ar das montanhas. Também, vejam só que lindo dia amanheceu hoje!

Ele veio trazendo muitos presentinhos lá de Goiânia: trouxe postais, um guia turístico completíssimo, inclusive com receitas tipicamente goianas (depois vou experimentar algumas e conto pra vocês como foi) e trouxe até música! Adorei, Gisele, obrigadíssima, viu?

Bom, agora vamos ao que interessa, a arte da Gisele. Ela fez uma homenagem ao centenário da morte de Machado de Assis, tradutor subestimado, como ela apontou. Ei-la:

Muito legal MESMO! Coisa que todo tradutor encara todos os dias, não é? Parabéns, Gisele!

Bom, agora é hora de preparar minha própria arte, pois o molekinho está louco para conhecer a Juliana, em Juiz de Fora.

Um abraço!

Maria Clara Valinhas Penido – Belo Horizonte, MG

Gente! Molekim tá namorando, tá namorando!

 

Depois de uma longa espera, o molekinho aterrissou lá em casa. Os porteiros já não agüentavam mais eu perguntar se o correio já tinha voltado da greve e depois, se o correio tinha deixado algum pacote para mim. Nas últimas duas semanas antes do pacote chegar, quando me viam chegar, apenas faziam que não com a cabeça…

Mas, a Ernesta caprichou, começando pelo envelope em homenagem ao centenário da imigração japonesa. Também não deixou os selos por menos. Como eram para o Rio, escolheu  dois selos do Jardim Botânico daqui, comemorando o bicentenário da chegada da Família Real. Que também não deixou de ser uma imigração e exigiu um bocado de tradução também. Completou os selos com um duplo, acho que para o ano do Brasil na França, ou da França no Brasil.

A chegada por si só do envelopão lá em casa já foi um acontecimento. Inclusive acompanhada ansiosamente pela Ernesta via Skype. Uma das coisas mais legais até agora foi exatamente a gente ter ficado mais amigo. Essa comunidade é extraordinária mesmo! Mas, enfim, lá estava o envelope e todo mundo querendo botar a mão para adivinhar o que que era. Eu fiz o maior suspense:

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Mas, enfim, abrimos o pacote e, ó supresa, mais pacote lá dentro e, pelo jeito, não era só o molekinho não. E tome suspense. Bem, peguei uma faca e tome rasgar durex para finalmente extrair lá de dentro um monte de coisa:

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Um barato. Além de postais lá de Floripa, ainda ganhei o Dicionário da ilha. Bom, e finalmente, após um suspense de mais de mês, agravado por scanners e pendrives endemoniados e uma semana atolada de trabalho, eis aqui a improvável arte da Ernesta, algo nunca dantes visto nas línguas ocidentais. Uma tradução de um “dialeto” brasileiro para um genuíno dialeto italiano sabe Deus de onde.

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Bom, minha arte também já está pronta, fugindo um pouco do espírito do que a Ieda, Pablo e Ernesta fizeram, mas, a idéia é variar, né? Mas, foi feita pensando muito em vocês, em nós todos. O molekinho vai ser entregue em mãos na quinta-feira, diante de uma animada platéia, espero. E aí, será a vez da madame Min fazer o feitiço dela.