Depois de muita expectativa, nosso amigo Moleskine chegou na terra da cerveja. Cansado da viagem, foi logo se instalando e pedindo um cafezinho acompanhado de chocolate do Brasil, pra matar as saudades.
O Moleke chegou cheio de surpresas, trazendo uma lembrança carinhosa da Bianca e da Carol (já foi pro mural, meninas!) e lindos presentes da Maria – um calendário com fotos de Paris e uma caneta, tem coisa melhor pra uma tradutora?
Por coincidência, no dia de sua chegada houve o primeiro encontro de um círculo brasileiro de leitura criado em Stuttgart. Como eu tinha sido convidada, levei nosso amigo pra passear. Chegando lá, cada um tinha escolhido um de seus textos preferidos – poesia, contos, trechos de romances – para ler. Eu resolvi ler o belo texto do Daniel Estill, que foi um sucesso! Nosso Moleskine se esbaldou entre livros, vinho e salgadinhos, e até deu uns passinhos ao som de uma salsa tocada por um excelente grupo de saxofonistas alemães (a Maria e a Bianca teriam adorado!).
Agora o Moleskine está lá no blog do Hora de Poesia também, pra quem quiser ver.
http://horadepoesia-stuttgart.blogspot.com/
Mas não foi só o Daniel que fez sucesso. Todos ficaram impressionados com os dotes artísticos e a criatividade da turma da 50302, a começar pela criação dançante da Maria. Vejam só:
No dia seguinte, levei o Moleskine pra passear no consulado, onde ele foi recebido com todas honras.
Agora é por mãos à obra pro Moleskine ganhar a estrada pra Berlim e visitar a Renate!
Bete, de Stuttgart, finalzinho de outubro de 2008.







Outubro 31, 2008 at 7:32 am
Maria, parabéns pela dança das palavras!!! Muito criativo…
Julho 13, 2009 at 11:53 pm
Também achei lindo o poema que você escreveu sobre a dança da tradução, Maria!
Eu também vejo a interpretação como uma dança. Algumas vezes cheguei até a mencionar isto para alguns palestrantes que interpretei, brincando que precisaríamos acertar o nosso passo para a dança funcionar.