Oi gente. Em primeiro lugar, peço desculpas pela demora. Quando virem a minha “arte” postada pela Dafne, que é a próxima a receber o molequinho, entenderão o motivo da minha falta de tempo.

 

Mas vamos ao que interessa!

 

A entrega do caderninho não poderia ter sido mais deliciosa. A Cynthia estava em São Paulo, então combinamos que a entrega do moleke seria em uma pizzaria.  O pacotinho com o moleskine veio cheeeeio de presentinhos fófis, como vocês podem ver na foto abaixo. Além das fofices (usei algumas para ilustrar a minha página) eu ganhei um M&Ms Napoleão cheinho  dos chocolatinhos coloridos. Pizza + chocolate. Tem coisa melhor? Claro que sim – a conversa com a Cynthia e as colegas Aurea, Alessandra e Martha também estava ótima. (Sem contar a sangria – hehe).

 

Presentinhos

 

A arte da Cynthia ficou linda, e foi uma sacada bem legal. Ela fez uma TRADUÇÃO LATERAL  do francês para o português. Isso mesmo, de literal, a tradução não tem nada. É livre, é LATERAL, definida por ela como “incrivelmente inexata e catarticamente feliz”.

 

A imagem segue abaixo, mas transcrevo a seguir para facilitar a leitura:

 

“Original”: Il ne faut pas… (Poème de Jacques Prévert)

 

Il ne faut pas laisser les intellectuels jouer avec les allumettes

Parce que Messieus quando on le laisse seul

Le monde mental Messieurs

N’est pas du tout brillant

Et sitôt qu’il est seul

Tavaille arbitrairement

S’érigeant pour soi-même

Et soi-disant généreusement en l’honneur des travailleurs du bâtiment

Un auto-monument

Répétons-le Messssssieurs

Quand on le  laisse seul

Le monde mental

Ment

Monumentalement

 

Poema original

 

 

“Tradução”: Mentira (poema de Cynthia van de Kampt)

 

O mundo mental mente monumentalmente

O mundo moral desmente imoralmente

O mundo real mente mentirosamente

O mundo inteiro mente parcialmente

O mundo se desmente ingenuamente.

 

E a mentira mente descaradamente.

 

Estamos, mas não somos vivos.

 

Tradução lateral (reparem na foto ao fundo - é a Cynthia!!)

 

Adorei a (looonga) passagem do moleke por aqui. Ele já está no correio, viajando para a Irlanda do Norte. Espero que chegue direitinho nas mãos da Daf e continue contando um pouquinho da história de cada um de nós.

 

Flávia Souto Maior

São Paulo/SP

 

Chegou!!!!!!!! Aqui está o molekinho com os presentes que a Thaíse enviou. O danado mal saltou para fora da caixa e já pulou pra dentro da minha mala. Partimos na manhã seguinte para Cincinnati, onde passamos os 8 dias seguintes trabalhando de sol a sol, sem nem mesmo parar no final de semana.

O que eu não sabia é que o Molekinho é pé quente. Em Cincinnati, recebemos a notícia de que iríamos emendar mais duas semanas de trabalho na Flórida. Assim, partimos do calor suportável de Ohio para o calor insuportável da Flórida, de onde voltamos domingo passado. Como ninguém é de ferro, no último dia fomos passear e encontramos um velho amigo…

Bem, vamos à arte da Thaíse. Ela fez uma interessante colagem para opor tradução/redução. Só mesmo vendo as imagens…

Aqui está a página, numa tomada panorâmica.

Detalhes… e surpresa!

 

A página da tradução levanta e chegamos à…

Aqui, uma vista melhor da redução:

 

Bem, amigos. É isso. O Molekinho está ficando lindo. Já terminei minha página, também. Aproveitei para fazer uma tradução que sempre quis fazer, do jeito que eu quis… Totalmente infiel, mentirosa e debochada. Com toodo o respeito, claro. Mas vou esperar para a Flávia postar, já que ela é a próxima da lista. Com todas essas viagens, será mais rápido eu levar o Molekinho em mãos para a Flávia do que mandar pelo correio daqui. Parto amanhã para São Paulo, onde ficarei até meados de agosto. Markemos um “Molekontro”!

Beijos a todos,

Cynthia van de Kamp – Falls Church, VA.

A boa notícia é que…Ufa! Demorou mas veio. Cheguei em casa às 9 da noite e vi o pacote. Achei que era um livro que comprei pela internet e abri meio distraída.

Surpresa! Lá estava ele, todo embrulhadinho em papel de seda, junto com uns presentinhos que a Thaíse Lessa mandou. Comentarei em breve, com fotos e tudo.

A má notícia é que… parto amanhã cedo para uma semana de trabalho intenso  em Cincinnati (inclui o sábado e o domingo…). Das 8 da manhã às 7 da noite. Volto sexta-feira, dia 18. No final de semana do dia 19 farei minha arte, publicarei a da Thaíse e contarei por onde eu e o garotinho andamos. Até lá, fiquem bem curiosos.

Levarei esse molekinho travesso comigo. Quem sabe ele gosta de Cincinnati, típica cidade do meio-oeste. Vamos descobri-la juntos. Depois eu conto.

Abraços a todos,

Cynthia van de Kamp, em Falls Church, VA. subúrbio quietinho e desconhecido de Washington DC.

O molekinho passou o fim de 2009 e o início de 2010 em Santo André,  SP, na agradável companhia de dona Roseli. Digo agradável porque, apesar de não conhecê-la pessoalmente, nosso contato via telefone/MSN/Skype/Orkut me inspira tal julgamento. Infelizmente, nossas tentativas de um encontro presencial não lograram êxito e eu embarquei para os EUA sem o caderninho. :(

Risoles recorreu aos ”correius brasiliensis” no início de Março/2010, mas a encomenda somente chegou a Richmond, VA depois que eu já havia deixado a cidade, no fim do mês. Depois de 2 semanas na costa leste dos Estados Unidos, embarcou na mala de mão da minha irmã (que o hospedou durante esse tempo) para o deserto de Nevada. Foi em Las Vegas, num cenário típico, que (finalmente!) deu-se meu encontro com o lendário objeto!

Assim como em Orkontros da 50302, o que acontece em Vegas fica em Vegas. Sendo assim, esta é a única imagem do nosso amiguinho na Sin City que julgo apropriado compartilhar. :P

O molekinho também visitou o Grand Canyon e caminhou pela calçada da fama em Hollywood, CA (e agora martirizo-me por não ter registrado em .jpg!).

Já em San Diego, CA (onde estou no momento), pude curtir com mais calma tudo o que continha no pacote enviado por Roselix: um cartão retratando prédios icônicos de São Paulo, um chaveiro de metal em forma de @, o livro “Dizer o ‘mesmo’ a outros: ensaios sobre tradução”, de Adail Sobral e o Moleskine mais famoso do Orkut – o nosso! Adorei cada um dos itens, todos muito bem pensados. :)

Foi muito legal folhear o Molekinho. Cada página é única, cada arte revela um pouco dessas pessoas que têm muito em comum, mas ao mesmo tempo são tão diferentes. O fato de reconhecer a imagem já vista anteriormente aqui no blog (agora em forma palpável!) traz uma sensação ótima. O fato de ter o privilégio de ser a primeira a ver a arte do antecessor imediato é igualmente ótimo! Mas não sou tão egoísta, a ponto de terminar esse post sem compartilhar com vocês. Sendo assim, apreciem (virtualmente, por hora) a arte da Roseli:

Esta parte azul é um envelope. Dentro dele está uma folhinha de papel com instruções para entender/fazer uso do quadro de letras:

Eu já tenho minhas respostas, mas vou conferir com a Roseli particularmente, depois.

Estou adorando participar do Projeto 50302 Unplugged :) e triste porque em breve terei que deixar o Molekinho :(

Afinal, quem será o próximo a recebê-lo?

Um abraço a todos,

Thaíse Lessa

O molekinho chegou aqui em casa depois de ter chegado do Chile ao Brasil pelas mãos da Sibele, a nossa princesa Jedi. Ficou pouco tempo por lá, pois a Sibele já sabia muito bem que arte fazer e o trouxe para o nosso orkontro no Viena, no dia 13/12/2009.
Já estava todo mundo lá quando a Sibele chegou e a primeira pergunta que fiz para a coitada não foi: “Tudo bem?”, mas “Trouxe o molekinho”?
Aí embaixo tá a passagem oficial do moleke para as minhas ávidas mãos:

Aqui eu já estava quase enforcando a Sibele, de tanto que eu (e todo mundo) queria folhear o molekinho pra ver a arte da Sibele e a dos outros “tradurtistas”.

O Molekinho trouxe com eles uns presentes lá do Chile. A Sibele parece que me conhece, trouxe um livro de poesia do Garcia Lorca (que eu adoro)em edição bilíngue, espanhol e mapudungun. Tão achando que eu bebi, né? Vão pesquisar no Tio Gugo e descobrirão que língua é essa. Como disse a Sibele, tradutor não conhece todas as línguas, mas se interessa por todas.
Além disso, a Sibele trouxe também um livrinho de postais da Antártica Chilena, lugar que, como (ex) bióloga, eu sempre sonhei em conhecer.
Olhem aí os presentes e quem o molekinho andou encontrando por aqui.

O Molekinho com os seus amiguinhos: o Tico (e o Teco foi passear, já entenderam o drama, né?), um pinguinzinho e uma coelhinha presente do outro molequinho aqui de casa, a caneca cheia de gatos que a Thays me deu e uma bolinha de amassar para as horas de tensão.

Bom, vocês já devem estar loucos pra ver a arte da Sibele Così Bella, né?
Bom, eu digitalizei três vezes o molekinho, mas tem uma parte que não sai bem de jeito nenhum, devido às curvas que o nosso molekinho está adquirindo, resultado das “artes” de todos.


Bom, “è tutto per ora”.
Se ficar muito difícil de ver a adorável obra da Sibele, eu tiro uma foto pra ver se a visualização melhora.
Ah, o Molekinho vai passar o Natal e o Ano Novo aqui em casa, tá?
A Sibele e eu achamos melhor mantê-lo longe dos Correios nessa época do ano, é mais seguro.
Um beijo,
Risole Roselix.

A chegada do Moleke no Chile foi um presente: fiquei me sentindo como criança no Dia de Natal!
Abri o envelope e lá estava o esperado caderninho, num pacote cheio de cartões postais coloridos e alegres, amarrado com fitinhas do Senhor do Bonfim (pra dar sorte no Ano Novo!). Além disso, uma cartinha muito carinhosa da Érika, essa cria encantadora de Rio de Janeiro e Belém, com passagem por Salvador ;-)

O Moleke e meus coloridos presentes no cafofo tradutório, com a 50302 ao fundo.

O Moleke e meus coloridos presentes no cafofo tradutório, com a 50302 ao fundo.

A arte da Érika: ORAÇÃO DO TRADUTOR, numa página colorida como a personalidade dela.

Para facilitar a leitura para os nossos zóios cansados, reescrevo aqui a Oração:

Wordfast nosso que estás no céu
Santificado seja o vosso glossário,
Venha a nós o vossos termo,
Seja feita a nossa revisão
No segmento e no arquivo limpo.
O cliente nosso de cada dia
nos dai hoje,
Perdoai as nossas ofensas ortográficas,
Assim como nós perdoamos os textos mal escritos.
Não nos deixei cair em tentação
de usar o tradutor automático
E livrai-nos de todo trabalho in engrish.
AMÉM!

A Dina quis a fitinha vermelha; disse que a Érika é gatófila e que só podia ter mandado a fita vermelha para ela (então, tá…). Dininha fico ‘se achando’ com laço de fita do Senhor do Bonfim!

Já li e reli, over and over again, todas as páginas do Molekinho… É incrível a sensação de conhecer ‘pessoalmente’ cada artista! Adorei todas as obras, tão diferentes umas das outras e, ao mesmo tempo, tão semelhantes em termos de cuidado, carinho e dedicação. Agora ele viajará comigo para o Brasil, vai cruzar novamente a Cordilheira dos Andes e passar a outras mãos ansiosas. Confesso que gostaria de ficar com ele só pra mim, mas fazer o quê? O Moleke tem de seguir viagem, afinal, ele é feito de criatividade, apuro e arte… ou seja, não pode e não deve ser limitado nem pelo espaço nem pelo tempo.

Sibele Menegazzi
Santiago – Chile

Queridos,

Depois de uma chuva rápida, o molequinho está de volta ao circuito. É verdade que ele está em minhas mãos tem um certo tempo, mas alguns percalços me impediram de postar de imediato. Sendo assim, mostro a arte de minha amiga Cláudia Mello.
Infelizmente não tenho fotos do envelope e selos e afins, já que o caderninho me foi entregue em mãos, em um evento no Manoel&Juaquim. Aliás, até minha mãe esteve presente.

Quanto à minha arte, ela já está pronta. Só falta executar :D . Mas isso é questão de tempo (pouco, prometo).

E algumas fotinhos do momento da troca de mãos (que deveria ter sido feito pelas mãos da Cláudia, mas acabou saindo com a Thays e o Marcelo mesmo).

Gente,

O molequinho chegou! \o/ Fiquei muito emocionada ao recebê-lo. E mais emocionada ainda quando descobri que ele chegou às minhas mãos exatamente um ano depois de ter chegado ao Brasil pela primeira vez e ter iniciado essa jornada pelo mundo tradutório, no dia 10 de junho.

Chegada do Molequinho ao Rio

Chegada do Molequinho ao Rio

Ele veio de Portugal, diretamente da nova mamãe Melissa, acompanhado de um caderninho de desenho e de 3 cartões postais que aumentaram minha vontade de conhecer a “terrinha”. O caderninho de desenho veio com uma dedicatória muito fofa, assinada pela Melissa e pelo Gabriel. Adorei!

Dedicatória fofa da Melissa e do Gabriel

Dedicatória fofa da Melissa e do Gabriel

Caderno de desenho + postais da "terrinha"

Caderno de desenho + postais da "terrinha"

Desculpem pela demora em escrever este post e pela demora em fazer minha arte e passar o moleque adiante, mas ele chegou na minha casa e encontrou tantos amigos que me pediu para deixá-lo aqui um pouco mais, para ele ter tempo de contar as aventuras pelas quais já passou.

Foram tantos amigos novos que ele não queria mais sair daqui de casa!

Foram tantos amigos novos que ele não queria mais sair daqui de casa!

Sem contar o Toby, que ficou encantado com o molequinho.

Curioso que só ele!

Curioso que só ele!

E, por fim, a arte da Ana Iaria, relacionada aos deliciosos felinos que alegram a vida de muitos tradutores.

Arte da Ana Iaria

Arte da Ana Iaria

Cláudia Mello Belhassof – Rio de Janeiro (RJ)

Pobre Molekinho. Chegou, vindo direto das terras frias germânicas e aterrissou nas chuvosas Ilhas Britânicas. Aterrissou e ficou. Dias de sol, chuva, frio e neve. Até neve em Chavtwon, uma raridade em novembro.

Foram semanas longas, de muito serviço e ele ali, esquecido. Em cima da minha mesa de trabalho que, em dias normais, é um buraco negro. Teclado, scanner, alto-falantes, plataforma com impressora, 2 monitores e o fax, que uso 2 vezes por ano, se tanto. E mais a tralha normal, as caixas com bits und bobs, o Mac em seu pedestal e sempre coberto pela pasta acolchoada, a cama preferida de Messrs. George and Winston.

O pobre do Moleke ficou ali, sob os olhares suspeitos de Winston, que sempre lhe dava uma cheiradinha.

Moleke e Lord Winston

Moleke e Lord Winston

Achei o tão almejado tempinho para fotografar as belezinhas que a Renate me mandou. Ajeitei tudo ao redor do George, que ocupava glorioso seu trono Macintóshico. Ele ali, me olhando suspeito, e eu arrumando tudo ao seu redor. Tão logo liguei a câmera, ele pulou.

Back to the drawing board. Hora da troca do turno. Chega Winston, passa pelo espaldar da cadeira e pula na mesa. Eu já havia ligado o Mac, pois decidira colocar os objetos sobre o computador e usá-lo como pano de fundo. Purr….fect. Winston se aboletou atrás da tampa aberta do Mac e consegui fotografar tudo.

Segunda etapa do projeto: scanear a arte arteira da Renate. A casa autolimpante é minha idéia, mas eu quero quase todos os outros presentes que ela pediu pro Papai Noel. Exceto alguns. Gato já tenho, na falta de um, dois. E troco os 150 saquinhos de chá por um suprimento de cápsulas de Nespresso, trazidas pelo George Clooney, que é o garoto-propaganda do café, e claro, servidas sempre por ele.

A arte da arteira Renate

A arte da arteira Renate

Agora é pensar no que vou aprontar. Me aguardem!

O que será que vou conseguir fazer? Pedidos para o Papai Noel não vale, a menos que eu peça mais paciência, pois a minha anda se esgotando, em vista dos últimos acontecimentos do mundo real bem como do virtual, acho que mais deste mesmo. Como comentei no post do Moleke, eu fiquei muito, mais muito chateada com a censura ao nosso bom humor e convivência harmoniosa que alguns tentaram nos impingir. Não foi só uma pessoa, foram várias. E isto machuca muito, pois nossa vida é solitária e a harmonia que tínhamos na comunidade era uma válvula de escape para reclamar de tradutor cenossão e cenossinha que traduz um estudo clínico sem se dar ao trabalho de procurar o nome do fármaco, cliente cenossão que vem reclamar que eu esqueci de tirar uma sigla, gente que vem vender coisa, marrrida que clica no primeiro link que vê e joga um spyware no computador…. Então, a harmonia e bom humor da nossa comunidade ajudam a superar tudo isso.

Felizmente, nosso bom humor é muito maior que a pequenez dos inquisidores e censores e já estamos voltando a ser como éramos antes. O espírito de ajuda já voltou a perpassar a comunidade.

Nós somos maiores que eles.

Ana Iaria, in Crawley, UK

Pessoal!

molekchen chegou no nosso apê carregadinho de lembranças mandadas pela Bete! Trouxe uma caneta vermelha com o logo de Stuttgart, um mapa de Stuttgart no qual está assinalada a rua onde mora a Bete, um postal do Rio Antigo e um móbile de cisnes.

As artes de todos foram admiradas por aqui (Pedrao, meu ex-gordo e seus filhos). A arte da Bete ficou muito legal. Tropical e submarina! (Calma, calma, depois eu posto aqui!)

Como o tempo nao anda muito bom por aqui e eu estou atolada em serviço e prazos, dei uma folga pro garoto. Minha arte está montada. Faltam pequenos detalhes, somente.

Enquanto isso, no cafôfo tradutório…

Molekchen no cafôfo tradutório

Molekchen no cafôfo tradutório

Saponildo nao resistiu. Pegou o Moleke, abriu na página da arte da Bete, sentou no sofá e ficou apreciando. Ficou suspirando, suspirando… Acho que na próxima viagem ao Brasil vou ter que levá-lo na mala!
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E agora, apresento a arte da Bete! Nao dá vontade de mergulhar?
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